O fórum "Teologia contemporânea e trânsito religioso no Brasil" congrega alunos do módulo Teologia Contemporânea das Faculdades Integradas da Fama (FAIFA), em Goiânia, Goiás e é coordenado pela profª. Lázara Coelho.

Tags: teologia religioso transito
22/05/2010 14:07
De: MARIA ELI MILHOMEM
IP: 201.34.11.196

A DIVERSIDADE DO TRANSITO RELIGIOSO

Existe uma enorme diversidade no contexto no transito religioso, podendo encontrar várias contribuições entre elas as de Oadi Salum, onde ele explora a idéia de várias tendências teológicas, expondo uma ilimitada religiosidade. A vasta extensão no mundo religioso traz consigo comportamentos adversos e inúmeras formas de interpretações; oriundo da Reforma Protestante. Movimento esse, que veio somar à época moderna, provocando uma nova mentalidade religiosa no contexto global. Devido ao trânsito religioso, incontáveis religiões surgem a cada dia, adquirindo características próprias de cada movimento adequando-se a sua cultura. Num mundo liberalista e contemporâneo não se tem precisão e controle.  Entende-se que inúmeras representações podem surgi, contudo a preservação da razão, e o fato de que a Palavra de Deus deve ser reconhecida como fonte divina. Naturalmente devido a inovações e modernidades abrem-se caminhos para variedades e práticas religiosas, promovendo crenças diversas no território brasileiro. Não cabe à Teologia entender cada cultura religiosa, porém compromete conhecer e respeitar os pontos de vista adversos que surgiram  e surge a cada época, com seus pensadores e que independentemente deixam suas contribuições na história religiosa. No Brasil têm-se várias contribuições religiosas que advém da sua colonização e que ate hoje se subtrai em credos mais diversos possíveis, podendo então compreender o que os autores investigam.
22/12/2009 17:16
De: Elias Candido De Amorim
IP: 189.59.12.170

Re: Teologia contemporânea, uma visão panorâmica

Posso dizer diversas opiniões sobre o liberalismo e o fundamentalismo, mas o importante é que todos permaneçam fiéis e submissos a Palavra de Deus, independente de qualquer que seja os polos. É nescessário que resgatemos principios básicos da reforma, como ja dizia Luthero e Calvino em que toda teologia tem que passar pelo crivo das Escrituras, combatendo as heresias e para discernir, orientar, julgar qualqer pensamento teológico. O importante é que sempre precisamos voltar a Palavra de Deus como nossa única rega de fé e prática, e não negar a inerrância da palavra como alguns teólogos, pastores e etc. Nos tempos atuais como tendências subejetivas a teologia da revolução e a teologia reformada como ja dizia Charles Hodge e Paul Tilich. ao memso tempo ao citar nomes que se destacam na teologia conteporânea a subjetividade à esse tema complica, pois há teologos clássicos com fidelidade as Escrituras Sagradas, e há teoloos com pensamentos uniformes aos aspectos capitais da fé cristã, por isso sempre devemos entender que a elaboração da teologia tem que passar pelo prumo das Escrituras. Mas com vários pensamentos e opiniões nos demonstram uma visão da verdade, como Jesus nos ensinou. O homem sempre está sujeito a falhar cosntantemente mas este homem não pode esquecer que ele vai dar conta, diante de Deus de seus pensamentos e suas ações. Mas sempre devemos entender e lembrar  que Deus é quem governa com precisão e poder pois somente ele é o altissimo.
03/07/2010 09:46
De: Lázara Coelho
IP: 189.27.122.64

Re: Trânsito Religioso

Olá, prof. Hélio. Esta é minha terceira resposta (parece que não consegui registrar as demais!), e espero desta vez estar melhor adaptada ao sistema operacional de Inforum. Devo observar que a inserção da pesquisa de mercado no âmbito da discussão tornou-a mais clara e a enriqueceu bastante; que a frase conclusiva "A liberdade religiosa não pode ser confundida com livre concorrência" também foi muito interessante e nesse sentido fico cada vez mais certa que devemos delimitar a semântica dos termos, como "liberdade religiosa" e "livre concorrência", para que o público cristão saiba de que "coisa" estamos falando (aliás, é público e notório que cada "tradição evangélica", leia-se "cada movimento evangélico", usa os termos ortodoxos tradicionais do Cristianismo com sentidos diversos, próprios!); e que sua observação quanto à motivação dos católicos para a pesquisa em torno do trânsito religioso deve, agora, ser a nossa, pois somos vítimas dessa escalada da infidelidade denominacional tanto quanto eles! Lázara Coelho.
03/07/2010 10:16
De: Lázara Coelho
IP: 189.27.122.64

Re: Re: Teologia contemporânea, uma visão panorâmica

Olá, Elias. Sua colocação sobre a primazia das Escrituras fundamentando a Teologia como base para combater "as heresias e para discernir, orientar, julgar qualquer pensamento teológico" é mesmo salutar. Você está certíssimo: não há outra base para esse julgamento: a razão? Deve estar submissa à autoridade da Palavra de Deus para que possa ter legitimidade para julgar o pensamento teológico. Você está certo! Lázara Coelho.
28/06/2010 16:58
De: Lázara Coelho
IP: 201.86.187.64

Re: Trânsito Religioso

Boa tarde, prof. Hélio. Você tem razão: a Rede Record de Televisão e as igrejas, em geral, não podem se esquecer... jamais: "A liberdade religiosa não pode ser confundida com livre concorrência". Ah, um bom tema para TCC é esse! Falando nisso, que diferença essencial há entre "liberdade religiosa" e "livre concorrência"? E provoco: além da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que outro documento temos que garante essa liberdade? Que texto bíblico temos? E nossa Constituição (ver Leis que tramitam no Congresso e que contrariam a liberdade religiosa em: http://shelldon.musicblog.com.br/249706/LEIS-QUE-TRAMITAM-EM-BRASILIA-CONTRARIAS-A-IGREJA-EVANGELICA/), hen? Você acha que já está se desenhando nos céus do Brasil uma certa "perseguição religiosa branca"?
20/12/2009 21:05
De: Eronildes Pedro Lima
IP: 189.114.34.153

Teologia Contemporanea e Transito Religioso

O grande movimento de migração no campo religioso brasileiro que se observa nas últimas décadas, e a excessiva busca por novas alternativas religiosas, assim como sua intensa fragmentação institucional refletem de alguma forma as transformações ocorridas neste campo. O perfil dos fiéis em trânsito são aqueles que estão vivendo em situações limites, à procura dessa esperança concretizada, da antecipação desse futuro promissor, mágico. Por várias vezes ouvimos entre os fiéis da Igreja a repetição de frases prontas escritas pelos líderes nos envelopes de dízimos, jornais, sites e campanhas do tipo: Dupla honra; A Força de Deus; Deus mudará sua sorte; Domingo dos milagres; Portas Abertas, todas elas frases que estimulam o fiel a permanecer em busca da sua virada, assim como no chamamento de outros adeptos. Talvez não exista em outros lugares um trânsito religioso tão acentuado como aqui na América Latina, mas existe a deserção. Deserta-se de ser cristão. Parece que Deus não é necessário. Troca-se Deus pelo ídolo. O ídolo é aquilo que se constrói. O que se está procurando? É o bem-estar, é o prazer, é o possuir, é o poder? Muitos fazem disso o ídolo de sua vida. Acho que ser cristão hoje parece ser algo proveniente do subjetivismo, do relativismo, do individualismo. Ser cristão é abertura para o outro, é fraternidade, é solidariedade e, dentro disso, é o perdão.
28/06/2010 16:13
De: Lázara Coelho
IP: 201.86.187.64

Re: Teologia Contemporânea

Olá, José Aderbal. Concordo com você, sua posição. Ah, e sua pergunta permance: "A lição aprendida é que podemos  aprender com os erros do passado para não errarmos no presente e nem no futuro; mas, que cuidados temos tomado para que isto seja verdade nos dias de hoje?" Lázara Coelho.
01/11/2009 17:20
De: Lázara Coelho
IP: 200.219.97.32

Teologia contemporânea, uma visão panorâmica

Teologia contemporânea, um breve panorama*
Oadi Salum**
É preciso delimitar a teologia contemporânea em dois conjuntos: todo o pensamento teológico moderno, atual e os rumos e tendências determinados pelo pensamento teológico protestante; Sendo assim, é preciso recorrer às raízes, às origens, se de fato desejamos discernir o que ocorre hoje nos arraiais teológicos protestantes.
A teologia própria do século 21 teve origem na eclosão da Reforma Protestante do século 16, que rompeu com as estruturas do pensamento escolástico-medieval que preconizava o primado da razão sobre a fé, da filosofia sobre a revelação. A teologia dos reformadores afirma que toda reflexão doutrinária sob o domínio da fé sustenta-se na autoridade absoluta da Palavra de Deus.
A partir de então, a teologia passou a ter como ponto referencial o pensamento dos reformadores, pela aceitação, ou pela rejeição dos seus pontos basilares. As correntes teológicas mais próximas de nós no tempo e no espaço são definidas de acordo com o posicionamento analítico-crítico que assumem em relação aos grandes “solas” da teologia reformada: sola Scriptura (Só a escritura), sola fide (Só a fé), sola gratia (Só a graça), solus Christus (Só Cristo), coroados pela exultante doxologia que emana do reconhecimento humilde da soberania absoluta de Deus, expressa pelo “soli Deo gloria”!
Da “sacra pagina” ao cipoal inextricável das teologias No período anterior à Idade Média, as designações latinas “Sacra Pagina” e “Sacra Doctrina” eram empregadas para expor as doutrinas religiosas ou dogmas em voga. Pedro Abelardo (1142) introduziu o então neologismo “teologia” ao estudo das doutrinas sagradas na sua obra Introductio ad Theologian. Os termos até então eram “Sacra Pagina” e “ Sacra Doctrina” de que se valia Santo Agostinho e que perdurou até o período de Tomás de Aquino (1225 – 1274). O reformador João Calvino (1509 – 1546) nas palavras introdutórias das Institutas expõe que “toda sabedoria (sapientia) que temos, ou seja, a verdadeira e sólida sabedoria, consiste de duas partes: o conhecimento de Deus e o conhecimento de nós mesmos”. As Institutas de 1536 registram “Doctrina sacra” em vez de “Sapientia”.
O neologismo teologia acolhido com reservas pelos eruditos da época, tornou-se o termo técnico adequado para identificar os expositores de assuntos religiosos, como teologia paulina, joanina, agostiniana, luterana, calvinista, bartiana, e também, mais modernamente, para identificar a área específica de abordagem a que se propõe: teologia bíblica, exegética, histórica, prática, sistemática, para mencionar apenas as que figuram na enciclopédia teológica clássica. Nos tempos atuais abre-se ilimitado espaço para a inserção de “teologias” para todos os gostos e tendências subjetivas; aqui estão: Teologia da revolução, da secularização, lúdica, política, dialética, feminista, do negro, da libertação, do paradoxo, da crise, da esperança, liberal, fundamentalista, ortodoxa, neo-calvinista, e até mesmo uma teologia da morte de Deus! Neste cipoal inextricável, confuso, caótico, a teologia reformada que se apoia no inamovível fundamento da soberana Palavra de Deus desfruta do dever imperativo de fazer ouvir a sua voz crítica e orientadora e, assim, indicar o reto caminho em meio às encruzilhadas convidativas mas perigosas a que todos estamos expostos.
De Charles Hodge a Paul Tillich
É fácil e ao mesmo tempo delicado citar os nomes que mais se destacam na teologia contemporânea. A subjetividade do tema o complica. O que determinado teólogo representa para certo crítico não é necessariamente o mesmo para todos os críticos.
Divido os teólogos em dois grupos que se destacam pelas diferenças ideológicas. Um grupo é marcado pela presença de eminentes teólogos clássicos do protestantismo que se firmaram numa linha calvinista, de fidelidade sem reservas às Escrituras Sagradas. Nesta galeria figuram C. Hodge (1799 – 1878), B. B. Warfield (1851 – 1921), A. Kuyper (1837 – 1920), H. Bavinck (1854 – 1921), L. Berkhof (1873 – 1956). O outro grupo não apresenta uma linha de pensamento teológico uniforme, nem quanto aos aspectos capitais da fé cristã. A autoridade divina das Escrituras Sagradas em termos da sua inspiração, infalibilidade, inerrância, suficiência, necessidade, fidedignidade, recebe deste grupo um veredicto negativo, contestador, próprio de uma postura teológica que se abre ao chamado liberalismo teológico, de quem F. F. Schleiermacher é o pai (1768 – 1834) e o filósofo I. Kant é o avô (1724 – 1804). Os maiores destaques recaem sobre K. Barth (1886 – 1968), E. Bruuner (1889 – 1965), R. Bultmann (1884 – 1976) e P. Tillich (1886 – 1965).
Sob o crivo das Escrituras
Todos esses teólogos, cada qual à sua maneira, convencidos da veracidade de suas convicções ideológicas pessoais, oferecem parcela de contribuição no campo teológico. Reafirmamos que, dentro da perspectiva reformada, não dispomos de outro parâmetro para orientar o julgamento crítico que se impõe, além da Escritura, a Palavra de Deus. Daí, a necessidade imperiosa de entender a elaboração teológica de cada um sob o crivo das Escrituras Sagradas. Seja o teólogo, arauto do liberalismo, ou aquele outro ardoroso fundamentalista, ou, ainda, tantos outros que oscilam entre esses dois pólos, o importante é que nenhum deles permaneça alheio ao estudioso dessa área. Os teólogos fiéis e submissos à Palavra fortalecem nossa fé e a tornam mais adulta e vigorosa. Outros, cujo posicionamento é ostensivo e visceralmente oposto ao nosso, agem de maneira positiva compelindo-nos ao exame bíblico mais profundo para que, no confronto, estejamos “preparados para responder a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pe 3.15). A advertência de João Calvino é sempre oportuna e sábia: devemos falar quando as Escrituras falam, e calarmo-nos quando as Escrituras se calam...
Falar de teólogos contemporâneos e suas contribuições é falar daquele que é o mais contemporâneo dentre todos: João Calvino. Muitos depois dele brilharam como meteoros no firmamento teológico e depois se apagaram tão rápido como surgiram. Decorridos cinco séculos, Calvino é insistentemente citado na literatura teológica contemporânea, seja por aqueles que o aceitam, ou pelos que o negam. Ele se mantém de pé e sempre atual, a despeito dos séculos.
** Oadi Salum, 74 anos, mineiro de Guaranésia, é professor de teologia contemporânea do Seminário Teológico Presbiteriano do Sul, em Campinas, SP.
* Artigo publicado na Revista Ultimato
(http://www.ultimato.com.br/?pg=show_artigos&secMestre=1122&sec=1125&num_edicao=297)
03/01/2014 12:14
De: Pr. Junior (prjunior1@outlook.com)
IP: 201.23.176.224

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Teologia Contemporânea, uma janela para se ver e compreender.

             concordo com o professor Oadi Salum, quandi diz; para entender a teologia contemporânea não basta apenas querer entendê-la, é preciso analisar o pensamento teológico moderno em dois aspecto: o atual; pois seria impossivel compreender o contemporâneo sem crivelar o atual de maneira suscinta e pormenorizada, obtendo perfeita compreensão do pensamento moderno, de certa forma compreender a teologia contemporanea é entender o nosso contexto religioso teologico nas suas influências, com seus raios de ações e seus significados, que já chegaram até nós e nossos fihos. Por outro lado não devemos ignorar as tendências já determinadas pelo pensamento protestantes; não devemos ater como irrelevante, o contexto histórico da teologia protestante, até porque protestar é contestar, refutar alguma coisa de certa importancia, pois quando é insignificante não vale a pena protestar, vale a pena aferir os pontos de relevancia desta reforma com protesto,isto é, ir a raiz, chegar no poço, conhecer as origem; pois  a reforma objetivava resgatar a vedadeira orotodoxia que havia sido ofuscada, a reforma era a volta as origem de se submeter a autoridade da Bíblia, como a perfeita Palavra de Deus.  
          Dai então, a razão que a teologia contemporanea, precisa ser vista como uma janela a ser compreendida, entender que o pensamento teologico precisa passar pelo crivo da autoridade da palavra de Deus, entendendo que as coisa mudaram para o modermo, pós-moderno, mas a bíblia não mudou, ainda continua sendo a mesma.              
                   
10/01/10 T. Cont.
18/02/2014 19:06
De: Pr. Junior (prjunior1@outlook.com)
IP: 201.23.163.96

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22/05/2010 14:00
De: Maria Eli Milhomem
IP: 201.34.11.196

DIVERSIDIDADE DO TRANSITO RELIGIOSO

Maria Eli Milhomem

Existe uma enorme diversidade no contexto no transito religioso, podendo encontrar várias contribuições entre elas as de Oadi Salum, onde ele explora a idéia de várias tendências teológicas, expondo uma ilimitada religiosidade. A vasta extensão no mundo religioso traz consigo comportamentos adversos e inúmeras formas de interpretações; oriundo da Reforma Protestante. Movimento esse, que veio somar à época moderna, provocando uma nova mentalidade religiosa no contexto global. Devido ao trânsito religioso, incontáveis religiões surgem a cada dia, adquirindo características próprias de cada movimento adequando-se a sua cultura. Num mundo liberalista e contemporâneo não se tem precisão e controle.  Entende-se que inúmeras representações podem surgi, contudo a preservação da razão, e o fato de que a Palavra de Deus deve ser reconhecida como fonte divina. Naturalmente devido a inovações e modernidades abrem-se caminhos para variedades e práticas religiosas, promovendo crenças diversas no território brasileiro. Não cabe à Teologia entender cada cultura religiosa, porém compromete conhecer e respeitar os pontos de vista adversos que surgiram  e surge a cada época, com seus pensadores e que independentemente deixam suas contribuições na história religiosa. No Brasil têm-se várias contribuições religiosas que advém da sua colonização e que ate hoje se subtrai em credos mais diversos possíveis, podendo então compreender o que os autores investigam.
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